"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

All together.


É como acordar, e voltar atrás no tempo. Acho que já não sei lidar com isto. Com tudo. Mas pelo menos, estou feliz, a conseguir ser o que sempre fui, mas a sorrir. E já não me lembrava como era bom. Ohh, obrigadoo, está bem? zx

domingo, 20 de novembro de 2011

# Carta ao meu (sub)consciente

Olá. Não sei bem que te escrever ou o que se passa comigo, mas ultimamente devo ter perdido todo o jeito que tinha para a escrita e para fazer transparecer os meus sentimentos, devo ter perdido todo o amor pelas palavras, porque tudo o que sai, são meros pensamentos soltos, frases sem sentido, pontos de interrogação desnecessários, e vírgulas no sítio errado. Não sei se foram as palavras que fugiram de mim, se sou eu que tendo a fugir delas, mas sinceramente, julgo ser a última a resposta mais adequada, porque não tenho querido agarrar-me a estas minhas amigas, tenho a cabeça demasiado preenchida, demasiado cheia de sentimentos e de confusões habituais da adolescência. Ultimamente, as coisas têm corrido naturalmente, não posso dizer que estejam perfeitas, não posso dizer que estão completamente bem, mas começam a encaixar-se, e isso deixa-me o sabor agradável na boca, um sorriso nos lábios, um brilho no olhar. Na verdade, não sei porque estou aqui a escrever-te, a ti que não te conheço, a ti que fazes parte de mim, mas a quem não ligo todos os dias. Na verdade, sinto nas palavras hoje, uma perda de tempo, porque sei que se me alongar, vou repetir tudo outra vez, o amor que sinto, as lágrimas que já deitei, aos noites que não dormi, os sorrisos que já mostrei, e na realidade, não estou para estas coisas, porque tu, sabes bem tudo o que se passa comigo. Então, se calhar o melhor é ficar por aqui, nesta escrita surreal, que acabou por não ser um registo de nada, apenas meros apontamentos soltos e talvez amanhã de escreva, com mais palavras bonitas e figuras de estilo fofas. Entretanto, fica bem. Até amanhã. Beijinho. You are part of my, so, thank you. :')

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Muito bom. :')


Grande fim-de-semana, e é isto, já andava a precisar. De sair, apanhar ar, comversar com quem gosto, de gritar, sorrir que nem uma parva, rir até chorar, dançar feita maluca, de ser feliz. Obrigado pelo grande sábado que me deram, pessoal. E quanto a ti, obrigado por teres inventado tantos boatos, só perdestes mais meia dúzia de pontos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Aprendam, a sério.


Estou tão cansada destas coisas, destes dias, destas semanas, destas pessoas que conheço desde sempre e que cada vez me desiludem mais, e que cada vez mais, reparo que se tornaram seres fúteis, egoístas, a ligarem só ao exterior. Admito, eu não sou fácil, em nenhum dos sentidos da palavra, tenho noção disso, e os outros também a têm, mas tenho uma coisa muito mais importante que um feitio fácil e um sorriso sempre na cara. Gosto de partilhar, não sou egoísta, gosto de conhecer bem e depois criticar, e gosto de proteger quem gosto. A sério, estou cansada. Aprendam, que não me importo de vos ensinar, que no interior, é onde vão descobrir a vossa felicidade, a verdadeira felicidade, acreditem.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pára.


Pára. Olha para mim. Ouve-me. Toma atenção ao meu olhar. Repara nos meus olhos. No meu jeito desajeitado. No meu andar peculiar. No meu amor por ti. Pára. Olha para mim. Não fiques apenas a milhas, a tentar adivinhar no que estou a pensar. Ouve-me. Compreende-me. Faz um esforço para me entenderes como ninguém. Faz um esforço para mostrares, que podemos ser mais que o que somos. Que podemos ser felizes. Que podemos ser muito mais do que um olhar. Do que um nada, na verdade. Pára. Olha para mim. Ouve-me. Olha-me nos olhos. E sorri. Sorri muito.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ou não.


“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me pede para esperar por ti. E eu gosto de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chega e me faz pensar o quão longa e inglória pode ser a minha espera.”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

The end.


"I just wanna hold you, take you by your hand, and tell you that your good enough"