"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sem sentido.


Sinto a tua falta. Sempre a senti, desde o dia em que houve um ponto final, mas ultimamente tenho sentido mais, se calhar, por precisar do teu apoio, das tuas palavras sinceras, do teu sorriso que vinha de dentro. Sinto a tua falta, não tanto da parte do nosso namoro, sinto falta de passar horas ao teu lado, a conversar contigo, ali, serena, calma, eu, mas melhor. Sinto falta dos teus abraços, dos teus beijinhos na testa, das palavras de apoio incondicional que sempre me destes. Não sinto assim muita falta do nós como namorados com beijos e abraços e pessoas a comentar, sinto falta sim, do meu menino com um coração de ouro, do meu menino responsável, do meu menino que estava sempre comigo, e me fazia sorrir. Sabes do que eu gostava? De chegar ao pé de ti, e falar, de deitar cá para fora, tudo o que guardo angustiada, e que só tenho confiança para te contar a ti. Eu NÃO te quero no sentido de querer só porque sim, ou por capricho, eu quero-te SIM mas porque me fazes falta, como ombro amigo, como conselheiro incansável, como pessoa que me acalma. Preciso, quero e vou ter a nossa amizade a ser vista por todos, estou farta de tentar esconder, que gosto muito de ti. E só preciso de ti assim, não de outra forma, e o resto, é conversa. Vem, senta-te ao meu lado, agarra-me as mãos, diz-me que me ajudas, sorri, acalma-me, faz-me o que sempre me fizestes desde que te conheço, ajuda-me a viver. Eu prometo que retribuo. :')

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cause you're amazing.


Só foram precisos 2 segundos, e aquele teu jeito de ser, sereno, calmo, perfeito, para o suposto odeio desaparecer todo. És realmente algo de fantástico, e é verdade, conheces-me bem. Nunca te esqueças, és perfeito, para mim, ou para um milhão, não interessa, és. Mesmo com todos os defeitos dessa tua perfeição imperfeita, mesmo assim, fizestes-me logo esquecer, o porque de estar chateada. You are awesome, really.

sábado, 15 de outubro de 2011

Everything and nothing.


Estou a odiá-lo, a sério. Mas estou a odiar ainda mais estar a odiá-lo. E a odiar sobretudo, achar que tenho razão quando te digo isto. Juro, odeio estar a odiá-lo, porque o amo. Mas neste momento, também odeio amá-lo e odiá-lo ao mesmo tempo. Resumindo, estou chateada e a odiá-lo, a odiar-me, a odiar-nos. Live sucks.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Like a game, or not.


Maybe this is the destination. Maybe it's always like a game we play. A stupid game.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Someone like you.


"Por vezes a minha dor é esmagadora (...) há uma parte de mim que quer agarrar-se a ti para sempre. Seria mais fácil para mim fazer isso porque amar outra pessoa pode diminuir as recordações que tenho de ti. No entanto (...) é por tua causa que não temo o futuro. Porque foste capaz de te apaixonar por mim, deste-me esperança, meu querido. Ensinaste-me que é possível seguir em frente com as nossas vidas, por mais terrível que tenha sido a nossa dor. E à tua maneira, fizeste-me acreditar que o verdadeiro amor não pode ser negado".

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Beautiful lie. :')


"But in the blink of an eye, everything you ever knew can change
And it's a beautiful lie if you think everything will always stay the same."

domingo, 9 de outubro de 2011

I'm everything, maybe more.


"Cada um de nós é um Deus. Cada um de nós sabe tudo. Tudo o que temos de fazer é abrir a nossa mente para ouvir a nossa própria sabedoria."

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Picture perfect memories"

Parou  para pensar. Para pensar em tudo. Para pensar em nada. Para pensar nos momentos felizes. Para pensar nos momentos infelizes. Para pensar em si. Para pensar sem ser em si. Para pensar na vida. Para pensar na morte. Para pensar na cor. Para pensar no cinzento. Para pensar no claro. Para pensar no escuro. Para pensar, apenas. No entanto, e apesar de todo aquele pensar entre duas realidades distintas, nada lhe vinha ao pensamento, a não ser o vazio, aquele vazio cheio de um nada que é tudo, aquele vazio que lhe preenchia o coração e a cabeça, aquele vazio, vazio de conteúdo palpável e explicável, mas cheio de alma, memória. Alma e memória, de um pequeno ser, insignificante no mundo de alguém, e até mesmo no seu próprio mundo. Um pequeno ser, que apenas sonhava ter a alegria de poder ser um todo feliz, sem um vazio tão cheio. Um ser que só queria ser feliz, ser livre, viver. E foi isso que concluiu, quando por instantes, por breves minutos, parou para pensar.
26/09/11