"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Que achas?

Sinto que precisamos de um momento para nos pudermos recompor. Não um momento de pausa ou de liberdade total, mas sim um momento a dois. Para falar, rir, chorar, estar em silêncio, olharmo-nos nos olhos, despertar de novos os sentimentos que andam meio adormecidos. Um momento em que nos juntamos outra vez num só e voltamos a formar um "nós" todo ele de verdade. Que achas?

sábado, 25 de agosto de 2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Desabafos.

 
Acho que não estou preparada para mais uma crise. Preparada para ver isto perder-se por uma mera questão de feitios que tento a todo o custo perceber mas que continuo sem perceber. Não consigo compreender o porque dessas tuas indecisões, o porque desse teu feitio que te torna tão inconstante, como tu próprio dizes. Quer dizer, na adolescência somos todos inconstantes e temos todos os sentimentos e vontade de liberdade à flor da pele, mas isso não nos torna incapazes de amar, de querer cuidar de outra pessoa, porque é que contigo é diferente? Sempre achei que toda essa tua maneira de ver as coisas, ia mudar quando encontrasses alguém de quem gostasses de verdade, alguém que pudesse ser a pessoa certa pelo menos enquanto não fosses verdadeiramente adulto. Afinal, enganei-me. Ou então, sou eu que não sou a pessoa certa ou que fiz algo de errado. Mas o que? A sério, o que? Não há ninguém, que neste momento, te queira tão bem quanto eu, que goste tanto de ti como eu e que faça tanto por ti. Não entendo o teu desejo de mais liberdade, a sério que não, porque a tua liberdade, não podia ser maior. Se quiseres ir, vais. Se quiseres fazer, fazes. Se quiseres fazer asneiras, estás à vontade, depois estou cá eu para dizer que não faz mal. Só que repara, eu posso não estar para sempre porque tu quiseste ser livre, só que duvido que haja outra pessoa a exigir tão pouco de ti quanto eu. Tudo para que resulte, tudo para que não tenha de por um ponto final, mas parece-me complicado. Às vezes, só o amor não chega e eu também acho que mereço ser feliz e não vou carregar o barco sozinha por muito tempo, não agora, porque mesmo que queira, eu não consigo. As forças já se foram quase todas à muito. Só gostava que compreendesses isso, que fizesses por te superares a ti próprio, porque ambos sabemos que o teu problema não é não gostares de mim, é teres medo e eu só gostava de perceber do que.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Sim, é isso.


Não me sinto nada bem e não consigo compreender porque. Tenho um aperto no coração, as mãos a tremer e a cabeça a andar à roda. Tenho tantos pensamentos e tantas coisas à espera de serem ditas debaixo da minha língua, que não sei por onde começar ou se devo sequer começar. Sinto que me estou a perder, que já nada é igual, que os dias vão começar a ser mais escuros, pelo menos durante esta semana. Acho que estou numa fase de redescoberta emocional, de tentar compreeender-me outra vez, de deixar para trás o que não faz falta, para ninguém sofrer por culpa minha. Estou a precisar de férias. Férias a nível emocional, a nível psicológico. Sim, é isso.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Aceitar.


Aceitarmos que algo não está bem, que as coisas estão diferentes, que já nada é como era ou melhor, como deveria ser, é o primeiro passo para a mudança, para a mudança que é necessária. Talvez até é o primeiro passo para a felicidade, no fundo.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Fantástico.

Acho que a distância, não é assim tão má. Na verdade, começámos a dar mais valor aos momentos em que estamos juntos, a apreciar e absorver cada segundo de amor. E isso é tão bom.

This is not good.

Sim, aviso-vos desde já, que este vai ser mais um texto muito estranho, mais um monte de palavras sem sentido. Afinal, acho que deixei de conseguir escrever convenientemente, de transpor sentimentos, de expressar ideias importantes. Perco-me no meio das minhas próprias palavras, das minhas próprias metáforas, comparações e outras figuras de estilo. Fico presa nas vírgulas, nos pontos de interrogação, nas reticências e nos pontos de final. Sufoco com os parágrafos, as frases e o texto completo. Sinto-me mal por isso. A escrita, desde que entrei na adolescência, sempre fez parte de mim, e agora, agora que passo finalmente por uma fase que posso considerar "boa", deixei de conseguir usá-la. É frustrante. Para mim, é quase a maior catástrofe do mundo, mas, enquanto a inspiração não vem e ando a deambular pelo meio de escritas passadas, tenho de me aguentar assim. A escrever coisas sem nexo, sem sentido e que aposto, não hão de fazer ninguém ler este blogue.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Assim como sou.

Sempre quis ser aquilo que não sou. Sempre quis dar mais de mim, fazer os outros mais felizes, ser menos rabugenta, ser mais simpática, ser mais querida, não ter tantas vezes o coração nas mãos para não chorar tanto. Mas, simplesmente não consigo.  E aos poucos, com o passar do tempo, e agora, já com 16 anos, consegui aperceber-me, que não vale a pena querer mudar. Há pessoas que gostam de mim, assim. E isso, isso é o mais importante.