"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Without bad feelings.


As coisas acontecem da maneira que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas de vez enquanto passa-me pela cabeça, um “ah, podia ter sido diferente".

domingo, 25 de dezembro de 2011

New year.


Estamos a pouco menos de uma semana da passagem de ano, e deveria poder dizer que seria um ano novo e uma vida nova, mas a verdade, é que sei perfeitamente que isso não vai acontecer, que vai ficar tudo igual, e que o passado não vai ficar seguramente para trás das costas. Mas vamos tentar, ver o que vai acontecer e tentar ser um pouco mais feliz, ter um ano um pouco melhor, e não pensar senão no futuro. Então, bom ano e "façam o favor de ser felizes". :')

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Amanhã sei lá.


"Tô com vontade de te encher de beijos, beijar na boca mata o meu desejo, nem que seja só por hoje, eu quero te amar, amanhã sei lá."

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Bestaa.


Estamos unidos pelo coração e isso é o mais importante, mas confesso que sinto falta de te ter comigo todos os dias e de receber um beijinho na testa, sinto falta de ter o meu amigo sempre ao pé de mim, sempre a apoiar-me e a desvendar-me com o olhar. Sei que a culpa não é de nenhum, que apenas seguimos caminhos diferentes quando chega a altura das aulas, mas tenho saudades tuas de dois em dois minutos, tenho saudades sempre, mas principalmente quando estou em baixo, e sei que só tu me ias compreender e ajudar, mas não estás ali para me fazer sorrir. Conto os momentos para voltar às férias, quando estamos um pouco mais livres, e nos podemos ver mais vezes, e perder horas sem conta a conversa. E agora, conto as horas até à nossa passagem de ano, porque ainda tenho a esperança que a passes ao pé de mim. Vá, e já nos chega disto. Gosto muito de ti. E boa noite, meu amor de olhos azuis. :')

domingo, 18 de dezembro de 2011

Num segundo.


E é num segundo. Num segundo que esqueço todas as coisas que disse sem pensar. Num segundo que deixo de acreditar que foi realmente o fim. Num segundo que volto a ser tua de novo, depois de algumas palavras fofas. Num segundo que desculpo todas as indiferenças e o não ter a importância que devia. Num segundo que volto a ser feliz, e a sorrir. Tu podes dar cabo de mim, é verdade, mas eu gosto de ti, assim. Porque é num segundo, que me fazes esquecer todos os problemas do mundo e sorrir que nem uma tola para ti, sempre para ti.

domingo, 11 de dezembro de 2011

E andamos nisto.


E andamos nisto. Andamos nisto há muito tempo, acho que se quisesse sabia precisar o dia exacto, mas acho que até já isso perdeu a força. Para que lembrar-me? Para perceber outra vez, que estamos metidos numa máquina de eterna indecisão? Que não sabemos lidar com isto, seja lá o que isto for, da forma que era suposto? Já devíamos saber o caminho a seguir, já devíamos ter dito as palavras não e adeus, vezes sem conta, mas não as dizemos, eu, porque fico à espera que sejas tu a usá-las e ainda tenho esperança que não existam no teu dicionário, tu, porque com esse teu coração, por muito que as queiras dizer, não consegues expressá-lo. E estamos nisto, há muito tempo, e pelos prognósticos que vou tendo e pelas pontinhas de felicidade que vão aparecendo, acho que vamos ficar nisto, que não sabemos bem o que é, durante muito tempo. E seremos sempre nós os dois, eu e tu, de mãos dadas com a eterna indecisão, de mãos dadas com a falta de decisão, de mãos dadas com os corações desligados do resto. E seremos sempre nós dois, à espera que alguém nos diga que é um não, um adeus, mas que não tenhamos de ser nós a dizê-lo, porque na verdade, acho que fazemos falta um ou outro, mesmo que não seja para nada de mais, é para vermos os passos que cada um de nós dá, é para percebermos o quanto crescemos. E andamos nisto, há um ano e tal, e ambos sabemos que vamos ficar assim, até descobrirmos o verdadeiro amor das nossas vidas, que vai deixar de lado a eterna indecisão e dar lugar à nossa eterna felicidade, em pólos opostos, separados, mas sempre ligados por um passado bonito, e por mãos dadas de várias formas. E andamos nisto.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vamos a isso?


Está na altura de nascer de novo. De voltar a tentar. De por os problemas para trás das costas. De me colocar acima de qualquer outra pessoa e não o contrário. De procurar a minha felicidade. De não perder o que quero, por os outros. De seguir em frente, e tentar, mesmo que não resulte. De buscar dentro de mim, as respostas para as questões complicadas que tenho pela frente. Está na altura de viver, e de acabar a sorrir, como sempre mereci.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"Ai se eu te pego"


"Trate-se a si próprio com amor e respeito, e atrairá pessoas que lhe mostrarão amor e respeito"

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

All together.


É como acordar, e voltar atrás no tempo. Acho que já não sei lidar com isto. Com tudo. Mas pelo menos, estou feliz, a conseguir ser o que sempre fui, mas a sorrir. E já não me lembrava como era bom. Ohh, obrigadoo, está bem? zx

domingo, 20 de novembro de 2011

# Carta ao meu (sub)consciente

Olá. Não sei bem que te escrever ou o que se passa comigo, mas ultimamente devo ter perdido todo o jeito que tinha para a escrita e para fazer transparecer os meus sentimentos, devo ter perdido todo o amor pelas palavras, porque tudo o que sai, são meros pensamentos soltos, frases sem sentido, pontos de interrogação desnecessários, e vírgulas no sítio errado. Não sei se foram as palavras que fugiram de mim, se sou eu que tendo a fugir delas, mas sinceramente, julgo ser a última a resposta mais adequada, porque não tenho querido agarrar-me a estas minhas amigas, tenho a cabeça demasiado preenchida, demasiado cheia de sentimentos e de confusões habituais da adolescência. Ultimamente, as coisas têm corrido naturalmente, não posso dizer que estejam perfeitas, não posso dizer que estão completamente bem, mas começam a encaixar-se, e isso deixa-me o sabor agradável na boca, um sorriso nos lábios, um brilho no olhar. Na verdade, não sei porque estou aqui a escrever-te, a ti que não te conheço, a ti que fazes parte de mim, mas a quem não ligo todos os dias. Na verdade, sinto nas palavras hoje, uma perda de tempo, porque sei que se me alongar, vou repetir tudo outra vez, o amor que sinto, as lágrimas que já deitei, aos noites que não dormi, os sorrisos que já mostrei, e na realidade, não estou para estas coisas, porque tu, sabes bem tudo o que se passa comigo. Então, se calhar o melhor é ficar por aqui, nesta escrita surreal, que acabou por não ser um registo de nada, apenas meros apontamentos soltos e talvez amanhã de escreva, com mais palavras bonitas e figuras de estilo fofas. Entretanto, fica bem. Até amanhã. Beijinho. You are part of my, so, thank you. :')

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Muito bom. :')


Grande fim-de-semana, e é isto, já andava a precisar. De sair, apanhar ar, comversar com quem gosto, de gritar, sorrir que nem uma parva, rir até chorar, dançar feita maluca, de ser feliz. Obrigado pelo grande sábado que me deram, pessoal. E quanto a ti, obrigado por teres inventado tantos boatos, só perdestes mais meia dúzia de pontos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Aprendam, a sério.


Estou tão cansada destas coisas, destes dias, destas semanas, destas pessoas que conheço desde sempre e que cada vez me desiludem mais, e que cada vez mais, reparo que se tornaram seres fúteis, egoístas, a ligarem só ao exterior. Admito, eu não sou fácil, em nenhum dos sentidos da palavra, tenho noção disso, e os outros também a têm, mas tenho uma coisa muito mais importante que um feitio fácil e um sorriso sempre na cara. Gosto de partilhar, não sou egoísta, gosto de conhecer bem e depois criticar, e gosto de proteger quem gosto. A sério, estou cansada. Aprendam, que não me importo de vos ensinar, que no interior, é onde vão descobrir a vossa felicidade, a verdadeira felicidade, acreditem.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pára.


Pára. Olha para mim. Ouve-me. Toma atenção ao meu olhar. Repara nos meus olhos. No meu jeito desajeitado. No meu andar peculiar. No meu amor por ti. Pára. Olha para mim. Não fiques apenas a milhas, a tentar adivinhar no que estou a pensar. Ouve-me. Compreende-me. Faz um esforço para me entenderes como ninguém. Faz um esforço para mostrares, que podemos ser mais que o que somos. Que podemos ser felizes. Que podemos ser muito mais do que um olhar. Do que um nada, na verdade. Pára. Olha para mim. Ouve-me. Olha-me nos olhos. E sorri. Sorri muito.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ou não.


“Espero por ti porque acho que podes ser o homem da minha vida. E espero por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, há uma voz firme e incessante que me pede para esperar por ti. E eu gosto de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chega e me faz pensar o quão longa e inglória pode ser a minha espera.”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

The end.


"I just wanna hold you, take you by your hand, and tell you that your good enough"

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sem sentido.


Sinto a tua falta. Sempre a senti, desde o dia em que houve um ponto final, mas ultimamente tenho sentido mais, se calhar, por precisar do teu apoio, das tuas palavras sinceras, do teu sorriso que vinha de dentro. Sinto a tua falta, não tanto da parte do nosso namoro, sinto falta de passar horas ao teu lado, a conversar contigo, ali, serena, calma, eu, mas melhor. Sinto falta dos teus abraços, dos teus beijinhos na testa, das palavras de apoio incondicional que sempre me destes. Não sinto assim muita falta do nós como namorados com beijos e abraços e pessoas a comentar, sinto falta sim, do meu menino com um coração de ouro, do meu menino responsável, do meu menino que estava sempre comigo, e me fazia sorrir. Sabes do que eu gostava? De chegar ao pé de ti, e falar, de deitar cá para fora, tudo o que guardo angustiada, e que só tenho confiança para te contar a ti. Eu NÃO te quero no sentido de querer só porque sim, ou por capricho, eu quero-te SIM mas porque me fazes falta, como ombro amigo, como conselheiro incansável, como pessoa que me acalma. Preciso, quero e vou ter a nossa amizade a ser vista por todos, estou farta de tentar esconder, que gosto muito de ti. E só preciso de ti assim, não de outra forma, e o resto, é conversa. Vem, senta-te ao meu lado, agarra-me as mãos, diz-me que me ajudas, sorri, acalma-me, faz-me o que sempre me fizestes desde que te conheço, ajuda-me a viver. Eu prometo que retribuo. :')

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Cause you're amazing.


Só foram precisos 2 segundos, e aquele teu jeito de ser, sereno, calmo, perfeito, para o suposto odeio desaparecer todo. És realmente algo de fantástico, e é verdade, conheces-me bem. Nunca te esqueças, és perfeito, para mim, ou para um milhão, não interessa, és. Mesmo com todos os defeitos dessa tua perfeição imperfeita, mesmo assim, fizestes-me logo esquecer, o porque de estar chateada. You are awesome, really.

sábado, 15 de outubro de 2011

Everything and nothing.


Estou a odiá-lo, a sério. Mas estou a odiar ainda mais estar a odiá-lo. E a odiar sobretudo, achar que tenho razão quando te digo isto. Juro, odeio estar a odiá-lo, porque o amo. Mas neste momento, também odeio amá-lo e odiá-lo ao mesmo tempo. Resumindo, estou chateada e a odiá-lo, a odiar-me, a odiar-nos. Live sucks.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Like a game, or not.


Maybe this is the destination. Maybe it's always like a game we play. A stupid game.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Someone like you.


"Por vezes a minha dor é esmagadora (...) há uma parte de mim que quer agarrar-se a ti para sempre. Seria mais fácil para mim fazer isso porque amar outra pessoa pode diminuir as recordações que tenho de ti. No entanto (...) é por tua causa que não temo o futuro. Porque foste capaz de te apaixonar por mim, deste-me esperança, meu querido. Ensinaste-me que é possível seguir em frente com as nossas vidas, por mais terrível que tenha sido a nossa dor. E à tua maneira, fizeste-me acreditar que o verdadeiro amor não pode ser negado".

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Beautiful lie. :')


"But in the blink of an eye, everything you ever knew can change
And it's a beautiful lie if you think everything will always stay the same."

domingo, 9 de outubro de 2011

I'm everything, maybe more.


"Cada um de nós é um Deus. Cada um de nós sabe tudo. Tudo o que temos de fazer é abrir a nossa mente para ouvir a nossa própria sabedoria."

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

"Picture perfect memories"

Parou  para pensar. Para pensar em tudo. Para pensar em nada. Para pensar nos momentos felizes. Para pensar nos momentos infelizes. Para pensar em si. Para pensar sem ser em si. Para pensar na vida. Para pensar na morte. Para pensar na cor. Para pensar no cinzento. Para pensar no claro. Para pensar no escuro. Para pensar, apenas. No entanto, e apesar de todo aquele pensar entre duas realidades distintas, nada lhe vinha ao pensamento, a não ser o vazio, aquele vazio cheio de um nada que é tudo, aquele vazio que lhe preenchia o coração e a cabeça, aquele vazio, vazio de conteúdo palpável e explicável, mas cheio de alma, memória. Alma e memória, de um pequeno ser, insignificante no mundo de alguém, e até mesmo no seu próprio mundo. Um pequeno ser, que apenas sonhava ter a alegria de poder ser um todo feliz, sem um vazio tão cheio. Um ser que só queria ser feliz, ser livre, viver. E foi isso que concluiu, quando por instantes, por breves minutos, parou para pensar.
26/09/11

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Histórias de vida - Parte V (Fim)

Era outro dia. E como esses, mais alguns iam passando enquanto permaneciam juntos, no coração e na cabeça. Era outro dia, igual a todos os outros em que ia para a escola, porque já era altura da mesma, com um sorriso na cara, a desejar ansiosamente que fosse o primeiro intervalo e poder tê-lo junto a si, abraça-lo, sentir que era dele e que ele era dela, sentir que eram só, ele e ela, ela e ele e um lugar à volta, onde ninguém se compreendia como ali, onde não havia tanto amor e brilho no olhar como ali. Era outro dia, uma sexta-feira, mas, quando o sentiu nos seus braços, notou uma estranha diferença entre eles, estavam ali, os dois, com meia-dúzia de pessoas à volta, mas a cabeça dele, estava longe de estar ali. Pensou que era da sua cabeça, seguiu em frente e não pensou que pudesse perdê-lo ou mudar alguma coisa, afinal, ainda era o seu primeiro amor, e ainda estava cheia de ingenuidade e a transbordar a inocência e o sorriso puro do primeiro amor, que achou ir durar para sempre. Foram juntos despedir-se, afinal, era sexta-feira, e o horário, não coincidia em nada e ela, mais do que ele, agora sabia, queria aproveitar os últimos minutos com ele antes do fim-de-semana, deram um beijo, separaram-se, com uma última troca de olhares, um último sorriso. E, mesmo sem a mesma saber, tinha sido mesmo um último olhar, um último sorriso, um último beijo. E tinha sido o fim de uma bonita e pequena história de amor. Afinal, era outro dia.
(Metade fictícia, metade real)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Doce amargo.

"O doce sabor de um passado pode se tornar um amargo sabor no presente."


"Se tivermos escolha, preferimos o que é mais doce ao que é mais amargo?"

domingo, 4 de setembro de 2011

Há com cada uma!


Não, eu não acredito mesmo nisto. Isto só a mim. Um ano depois, e pumba, no meio de um raio de uma festa e no raio de um fogo-de-artificio, "boa-noite" e dois beijos. É que não podia ser mais imprevisível, tinhas mesmo de ser um parvo, não tinhas? Tu ali, a dar-me dois beijos, e eu a lembrar do ano passado, quando nos perdemos no mesmo sítio, e com uma vontade enorme de rir. Tu tens com cada uma, e ainda dizem que sou maluca. E ainda há lata para me mandares uma mensagem. Opah, a sério, que vergonha. Se alguma vez me fizeres outra igual, juro que vais ter um grande problema! Mas sim, não minto, foi uma sensação incrível, já não me lembrava bem como era, como eras. Mas por favor, devo ter ficado tão pálida. Juro que me revolto contigo, meu grandessissimo idiota. O pior é que gosto muitoo de ti, né? E pronto.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Histórias de vida - Parte IV

Já tinha passado uma semana. Uma semana desde aquele dia em que tinha passado uma tarde especial, a primeira de muitas com ele, esperava. Uma semana, desde que tinha utilizado as palavras para expressar o que quer que fosse. Uma semana em que se tinha permitido a si mesma, deixar-se ir, entregar-se de alma e coração. Já tinha passado essa semana, e agora, estava prestes a encontrar-se com ele outra vez, outra vez naquelas piscinas que já lhe pareciam familiares, outra vez naquela relva molhada que já considerava deles, outra vez, num dia de sol, de calor, num dia, que pressentia, ir ser de alegria. Mas não deixava de sentir um nervoso pequenino, não deixava de tremer um pouco, não deixava de pensar, que podia correr mal, que podia (outra vez) não saber o que fazer, o que dizer. Tinha acordado com uma mensagem dele, um "bom-dia fofinha", reconfortante, com um "espero por ti, já falta pouco", animador, e agora, era ir, deixar-se levar, o que tivesse de ser seria. Chegou, esperou uns momentos, deixou-se ficar por ali, a jogar às cartas, com a sua companhia, mas completa-me a leste do que se estava a passar. Ele chegou. Estava ali. Ao seu lado. Juntinho a ela. Ficaram por ali uns momentos, a trocar olhares, a jogar, a conversar, e decidiram ir à água. A água está fria, mas ela, ali junto dele, sentia-se tão bem, que dificilmente repararia no quando tremia devido à fria água e ao desaparecer de um sol que estava tão bom. Então deixaram-se ficar ali um pouco, a apreciar a companhia um do outro, abraçados, sentido o contraste e os olhares do mundo à sua volta. Não durou muito, o poder da mente sucumbiu ao poder do corpo, e foram aquecer-se, já não estavam a suportar a fria água, apesar de por dentro estarem quentes. Então deixaram-se ficar ali, nas toalhas secas, a sentir o vento morno, o sol a bater-lhes na cara, as mãos a sentirem a relva fria, a saborearem cada palavra um do outro como se fosse a última, a aproximarem-se cada vez mais, a apreciar cada abraço, a memorizar cada sorriso, a viverem cada mãos dadas. Ficaram ali, a trocar sorrisos, abraços, beijinhos. Ficaram ali a sorrir, ficaram ali, à espera do momento certo, para pousarem os lábios um no outro, e então, foi o momento deles, o momento em que, puderam irremediavelmente ser um do outro, o momento em que puderam e foram, como duas pequenas crianças ingénuas, felizes. O tempo tinha passado, e era hora de se separarem. De se separarem com a certeza, que iam haver muitos momentos assim, muitos momentos de pura e verdadeira felicidade nos seus corações. E já tinha passado uma semana, uma semana que tinha mudado muita coisa, uma semana que tinha mudado tudo, tudo o que ela achava ser a sua verdadeira vida, mas estava tudo, agora sim, como sempre desejará. Afinal, já tinha passado uma semana.
 (Entre a verdade e a mentira)

P.S. E faz amanhã um ano, mas parece que foi ontem, ontem que era assim, uma pequena coisinha feliz. E já lá vai o tempo. xz

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

"One of these days you will forget to hope"


"Easy for you to say,
Your heart has never been broken,
Your pride has never been stolen,
Not yet, not yet"

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Carta para o meu melhor e mais importante amigo. #

Hey, coisa fofa. Pois bem, podia escrever muitas coisas, sim, mas acho que a necessidade de estar para aqui a utilizar as palavras contigo quando posso simplesmente utilizar gestos e os nossos momentos, é desnecessaria. A verdade, é que há pouco a dizer, comparado com tudo o que me dás e com tudo o que eu faço para receberes. Também é verdade, que nem sempre fomos amigos, e que a nossa amizade não começou da melhor maneira, mas hoje, um ano e pouco depois de te ter começado realmente a conhecer e a aceitar, não tenho problemas em dizer, que és uma das pessoas mais importantes da minha vida, senão a mais importante. Por tudo e por mais alguma coisa, pelos desabafos, pelos gritos, pelos disparates, pelas lágrimas, pelos sorrisos, pelas mordidelas, pelos olhares, pelas conversas importantes, pelas asneiras ocasionais, pelos momentos em que somos simplesmente eu e tu, tu e eu, e um mundo a volta, um mundo que não nos compreende, como nós nos compreendemos, um mundo cheio de gente diferente de nós, gente falsa, gente que não é amiga como nós somos. Fofo, devo-te muito, e tu sabes isso, tu e só tu, apesar de outros dizerem que são meus amigos, é que me compreendes, é que me ajudas, é que és o MEU verdadeiro amigo. E agora, não sei que te hei de dizer mais, acho que sabes bem o valor que tens e o quanto gosto de ti, sabes tudo de mim, como eu sei tudo de ti, por isso, fico por aqui. E, nunca te esqueças, que estou aqui, sempre. Amo-te, bichinho. ^^

"They always turn their back on you, but my love, is forever and I will stay, stay true to you"

E é tudo, agora!

"Cause I've started falling apart, I'm not savering life"

É mais um dia, mais uma reviravolta, mais um acordar sem saber exactamente porque e como viver, mais uns momentos perdidos, mais umas memórias revividas, mais umas tretas de que já ninguém se lembra, mais um dia passado, na verdade, mais um ano passado, e continua tudo igual, tudo sem ter um fim à vista. Não é nada, talvez, ou então talvez seja tudo, são vidas perdidas, lágrimas derramadas, sorrisos mostrados sem querer nada em troca, olhares de carinho, toques de amor, é, foi, tudo o que se passa, tudo o que se passou. Já não sei nada, também é verdade, mas como querem que eu saiba? Já passaram 12 meses, 365 dias, um ano, e continua tudo na mesma, tudo como um buraco sem fim. E, sabes uma coisa? Odeio amar-te, mas amo-te, e esta porcaria não tem maneira de passar. De tal forma que, eu, a pessoa delicada e amorosa na escrita já estou para aqui quase a escrever todas as asneiras que me lembro. E fazes-me um favor? Paras de aparecer nos meus sonhos? Paras de fazer com que eu te ame? Eu quero viver! Agora, amanhã, para a semana, para o mês que vem, para o ano. E se não parares de aparecer nos meus sonhos à noite, então juro, vou deixar de dormir. Porque odeio ter de amar-te, mas amo-te, lamento.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Histórias de vida - Parte III

Já era o dia. E agora, estava ali, sentada na toalha por cima da relva molhada, a pensar no que ia fazer, no que ia dizer, em como ia suceder-se a tarde. Não sabia nada sobre isto, sempre fora uma pessoa de poucas palavras para quem não conhecia verdadeiramente, sempre gostara de se manter à distância até saber que podia embrenhar-se nos caminhos que formavam as mentes de outros seres, parecidos ou iguais a ela. Mas estava ali, e não podia mudar isso, até porque desta vez, tinha sido diferente, tinha-se "atirado de cabeça", mas de qualquer das formas, não sabia como iria começar um discurso, as palavras faltavam-lhe, as ideias eram aos milhares dentro da sua cabeça, as imagens que lhe passavam diante dos olhos mais do que as suficientes, e como se não chegasse já esta junção de coisas que a desorientava, ainda tinha o coração a bater descompassadamente como se fosse saltar, os olhos a brilhar apesar de ela mesma não dar por isso, um sorriso tolo na cara sem razão aparente para quem olhasse para ela, e ainda as mãos a tremer, a voz a falhar, um bloqueio total. Um bloqueio total, mas não de escrita, um bloqueio total do coração, do cerébro, enfim, do que quer que fosse que comandasse o seu sentimento e o que se ia passando agora. Com tudo, foi melhorando, com o primeiro toque, seguido das suas palavras, sim, agora tinha-se tornado talvez ainda pior, porque só ela é que falava, mas não fazia diferença, estavam ali os dois, lado a lado, deitado nas toalhas, tocando com os cabelos na relva molhada, depois de um banho refrescante por parte dela na piscina, de mãos dadas, de coração aberto, cheios de tudo e de nada, mas juntos, o que mesmo parecendo insignificante para alguns, fazia-a sentir como a pessoa mais importante do mundo, porque estava ali, junto de alguém especial, alguém que a compreendia, alguém que a ouvia, alguém que gostava dela, alguém que a fazia feliz. E por não saber, ou por não querer pensar no que se podia avizinhar, estava ali, feliz, com os olhos a brilhar, as mãos a tremer, o coração a bater, não esperando nada mais, do que conseguir o amor, conseguir ficar assim para sempre. E já era o dia, já era o dia e a hora de ir para outro sítio que não aquele onde se sentia feliz, mas seria assim, até que a vida e o coração de ambos o permitisse. E já era o dia.
(Entre a ficção e a realidade)

P.S. E já passou um ano, na verdade, agora que penso nisso, parece que foi ontem, mas já passou algum tempo, de mais, diria.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A sério, mesmo. :')

A: Eu sei que me vais dar na cabeça, mas voltei a falar com ele (...).
P: Eu não te vou dar na cabeça. Só quero que prometas que ele não te vai fazer sofrer.
A: Ai sim? E como é que faço isso?
P: Promete a ti própria que não o vais deixar fazer isso.
A: Ohh. Sim. Está bem. Eu prometo.
P: Acho bem. Eu disse-te que não tinha nada contra ele.
A: Sim, eu sei, tu dissestes-me.
P: Mas podias achar que tinha sido só da boca para fora.
A: Eu conheço-te bem, lembraste?
P: Lembro. Mas é claro que preferia que arranjasses melhor.


Eu prometi, não prometi? E eu nunca falho as minhas promessas, juro. Acho que já não sei como sofrer agora, acho que já aprendi a viver, acho que já não bate com a mesma força, acho que estou no caminho certo para o esquecimento. A distância visual faz-nos sempre bem, o pior vem depois. Mas se prometi, está prometido. Eu dou a minha palavra. :$


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Há coisas fantásticas, não há?


"Let's bring it back to you and me, there's no one else around, now don't get lost in gravity"

Histórias de vida - Parte II

Tinha sido tudo tão rápido, que depois daquela noite em que tinha simplesmente tido um bloqueio de escrita, nunca mais escreverá. Desta vez, não por não saber o que escrever, não por estar absorta em sentimentos contraditórios que desconhecia. Desta vez, não o tinha feito, porque se apercebeu da falta de tempo que possuía. Tinha passado os dias a pensar nele, e a contar os dias que faltavam para o ver de novo. Durante esses dias em que deixara de escrever, tinha-se apercebido que aquele olhar tinha sido bem sentido de ambas as partes, e agora, mesmo que quisessem, já não se largavam dia e noite, eram as chamadas, as sms's fofinhas, o adormecer a falar com ele, o acordar a falar com ele, era a beleza da adolescência, dos anos de ouro, do primeiro amor, sentido, fraco, ingénuo, imaturo, enfim, perfeito aos olhos de uma simples rapariga  apaixonada, uma rapariga que, possuía agora, um brilho nos olhos que encantava qualquer um. Não sabia o que tinha visto ali, naquele ser que a tratava como a uma princesa e que a encantava mais a cada dia com as suas  palavras de apoio, não sabia mesmo, pois como conseguia ela própria ver, ele não era perfeito, e nem de perto nem de longe, o estereótipo do rapaz com quem as raparigas sonham casar e ter uma vida, mas tinha um brilho especial, um interior fascinante, ao fim ao cabo, tinha sido tudo isso e ainda a forma calma e serena como usava as palavras e reproduzia os seus actos que a tinha encantado. E agora, estava assim, passado quase uma semana, sem ainda ter escrito, à espera do tão esperado momento, em que iam estar juntos e em que ela, ia viver as emoções que tinha reprimido toda uma semana, à espera de as libertar com ele, à espera de puder sorrir. E ao fim de contas, a verdade é que, mesmo apesar de por um lado ser esse o desejo, e de por outro ser esse o seu medo, o tempo tinha passado, já era o dia, o dia que esperava, mas tinha sido tudo tão rápido.
(Entre o real e a ficção)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Histórias de vida - Parte I

Todos os dias escrevia. Todos os dias transpunha para o papel o que lhe ia no coração. Mas hoje, era diferente. Hoje, mesmo apesar da sua grande aptidão e paixão pela escrita, não conseguia encontrar palavras ou expressões para descrever ou expressar o que lhe ia no seu pequeno e acanhada coracão de adolescente. O que sentia era diferente, diferente do que alguma vez sentira, mas parecia-lhe tão forte e belo que chegava a achar que era só a sua imaginação féritl a tramar o seu coração inexperiente em relação a algo assim. Não sabia bem como acontecerá, e o porque de ter sido assim, mas a verdade é que desde aquela troca de olhares frente a frente naquela esplanada, tinha ficado assim, a sentir-se como se fosse outra pessoa, a sentir-se cheia de amor, de encanto, cheia de tudo o que aquele olhar lhe tinha permitido absorver. Tudo naquele mundo era novo, tudo naquele sentimento era estranho, e talvez fosse esse o encanto, o encanto do tão aclamado primeiro amor. Na verdade, nunca teria imaginado nada assim, teria imaginado tudo menos uma paixão que virou um forte amor só com o olhar, um amor à primeira vista. Um verdadeiro amor, diria. Mas tinha sido assim que se tinha desenrolado tudo, com um pequeno olhar profundo, com um tímido sorriso sincero, com uma troca desajeitada de palavras. E agora, sentada diante de uma folha em branco e de uma simples caneta, apesar de saber como se sentia no amâgo de si, tornava-se impossível tentar expô-lo em palavras, as palavras não chegavam. Então, deixou-se ficar ali, parada diante da folha, da caneta e da parede repleta de fotografias. Deixou-se ficar ali e sorriu. Sorriu porque estava apaixonada e sentia a inocência do primeiro amor. Deixou-se ficar ali, sem escrever, limitando-se a ver o tempo passar, o tempo que normalmente usava para o que todos os dias escrevia.
(Metade realidade, metade ficção)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

É não é?


"Diz-se que o amor é cego, deforma tudo a seu jeito, mas eu acho que o amor descobre o lado melhor do que parece defeito"

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

É preciso. É que fazemos (quase) tudo juntas.


"É preciso ter um amigo. Um amigo que chore pela
gente e que ria também. Um amigo que seja
sincero, sinceridade é tudo. Um amigo que respeite
e se faça respeitado. Um amigo firme, que acredite
em si mesmo antes de qualquer coisa. Um amigo que
esteja às vezes certo e às vezes errado. Um
amigo que goste, goste verdadeiramente.
Um amigo que confie e desconfie.Um amigo que
saiba a hora certa de ferir e entenda por que
foi ferido. Um amigo que sinta nossa dor e que
nos console. Um amigo que sinta a nossa felicidade
e faça parte dela. Um amigo que compreenda e
que seja compreendido. Um amigo que seja o que
ele é, sem máscaras e sem capas. Não há necessidade
de ser excelente, e sim de ser verdadeiro.
Um amigo de ideias puras e às vezes maliciosas.
Um amigo que nos deseje o bem sem olhar o
que fazemos. Um amigo que goste simplesmente,
sem nenhuma intenção. Este amigo todo o
mundo procura, Mas somente algumas pessoas
sabem que ele existe. Ele é um pedaço
da gente. Talvez seja VOCÊ."

   "O único prêmio da Virtude é a própria Virtude, a única maneira de se ter um Amigo é sê-lo."

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Fragmentos, pedaços, histórias, vidas.

Era noite. O tempo era frio e chovia lá fora. Ela, sentada no chão da sala húmida e escura de sua casa, estava meio perdida sabendo apenas que se encontrava entre as quatro paredes da casa que sabiam os seus mais profundos desejos, pensamentos e segredos. Não sabia à quanto tempo estava ali, podia ser à segundos, minutos, horas, sinceramente, desconhecia o passar do tempo, pois pouco lhe importava. Agora, os primeiros raios de luz começaram a aparecer e o tempo parecia ter melhorado, no entanto, ela continuava ali, sentado no chão frio, perdida entre a realidade e a ficção da sua vida. Já tentara encontrar-se e perceber o paradoxo entre o que agora vivia, mas não tinha conseguido, cada vez que tentava perceber um pouco mais, mais uma dúvida se apoderava da sua mente, mente essa que em tempos tinha sido bastante clara. Agora, pouco ou nada, parecia claro, tudo se encontrava num tom meio acinzentado e esfumado e a única diferença esporádica que ocorria quando mudava de tom, só acontecia quando se encontrava a dormir e finalmente tinha um pouco de paz entre os minutos em que ora acordava sobressaltada, ora sonhava com momentos de pânico, terror, medo e revolta. Com tudo, e apesar de o nevoeiro ser o que mais se assemelhava ao seu estado de vida na altura, estava neste momento sol, um sol brilhante demais para aquele dia de Dezembro em que se adivinhava um frio imenso. Devia ser meio-dia, porque o telemóvel despertava a poucos passos do sítio onde se encontrava aninhada, para a lembrar que tinha de acordar, era quase hora de almoço, e como em todos os outros dias, ia ter de parecer no mínimo, normal, perante o olhar incrédulo dos pais e avós a sua indiferença demonstrada no almoço, perante o olhar surpreendido das amigas quando não ria e contava as suas habituais graças de sexta-feira à tarde. Ia ter de parecer o mais normal possível, e acordar, tomar um banho, vestir-se, sorrir. Embora a sua maior vontade, fosse a de ficar na cama, aninhada como uma pequena cria, um bebé e esperar que a viessem acarinhar, reconfortar com um abraço, animar com um sorriso, com um beijo na testa. Sabendo que a impossibilidade de tal momento era evidente, levantou-se então do chão onde tinha passado toda aquela noite e início de dia, do chão onde tinha dormido apesar do frio, da dor, da revolta, o chão onde tinha sentido o bater do seu coração à medida que as horas passavam e ia acordando depois dos pequenos pesadelos que agora já eram habituais. Ao levantar-se, sentiu uma leve mudança no interior da divisão, como se todo aquele espaço, agora visto do seu metro e cinquenta e oito, pudesse ter mudado numa simples e fria noite de Dezembro e se tivesse transformado em algo mais do que uma divisão. Sentiu também ela uma mudança, uma mudança agradável, como se o sonambulismo em que tinha passado a noite, lhe tivesse dado força, força para erguer a cabeça, força para lutar, força para viver, e passar do cinzento, da névoa, ao verde, laranja, azul, como se passasse da névoa ao Sol, como se de um dia de Agosto se tratasse. E aí, começou um novo rumo, uma nova história, uma nova pessoa forte e determinada, e mesmo apesar de ser estranho, e de ainda lhe parecer tudo meio turvo, ela sorriu. Sorriu como não sorria há muito tempo, sorriu como se de uma criança pequena se tratasse. Apenas sorriu.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Na vida. ^^


Na vida, é preciso aprender, é preciso desaprender, é preciso crescer, é preciso amar, é preciso odiar, é preciso enaltecer, é preciso desprezar, é preciso querer, é preciso não querer, é preciso ganhar, é preciso perder, é preciso chorar, é preciso sorrir, é preciso rir, é preciso pular, é preciso gritar, é preciso sussurrar, é preciso lutar, é preciso vencer, é preciso conseguir, é preciso desistir. Na vida, e mesmo sendo preciso tanta coisa, só é preciso viver. Na vida, é preciso ser feliz. Eu já estou a tentar. E tu? ^^

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Sometimes.

Às vezes é preciso ser-se inevitavelmente colocado entre a espada e uma parede frágil e indefesa, para percebermos o quanto somos fortes e o quando tudo depende daquela nossa força de vontade que permanece escondida durante toda uma vida, até ao momento em que saí cá para fora, e faz de nós pessoas que até nós próprios desconhecemos. Às vezes é preciso crescer, olhar em frente e ver um futuro em tons de rosa, laranja, vermelho, whatever, tudo menos a cor cinzenta que achamos que já preenche os nossos dias tão cheios de nada. Às vezes é preciso abrir os olhos, enfrentar uma realidade dura e que nos custa muito mais que aquele pouco fictício que inventamos de forma a nos acharmos exteriormente felizes. Às vezes, e por mais que dure a viagem, por mais dura que seja, por mais obstáculos negros se imponham no seu caminho, é preciso ir, ir com determinação, correr, saltar, pular e ultrapassar o que achamos intransponivel, porque a nossa grande força, vêm do nosso mais belo interior. Às vezes, é preciso fazermos de conta que não ouvimos o mundo exterior à nossa volta, que as críticas que nos são dirigidas não nos afectam, que tudo não passam de opiniões, cada qual com a sua. Às vezes, é preciso que compreendamos, que em nós é que está a força, a alma, a verdadeira essência desta bênção que nos foi dada, a vida, a passagem por um mundo nem sempre perfeito mas que podemos considerar nosso. Às vezes, é preciso deixar andar, deixar correr umas lágrimas, não como sinal de fraqueza, mas como sinal de libertarmo-nos, de arranjarmos mais força. Às vezes, é preciso deixar o passado de altos e baixos para trás e pensar no futuro, mesmo que pouco risonho que se seguirá. Às vezes é preciso viver. Às vezes, é preciso ser-se FELIZ, mesmo. And you know what? I'm living and I'm a little happy. :')

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Última carta para alguém que te afastaste.


Hey, fofinho. Não, não penses que desta vez, como nas outras três mil e cinquenta e uma, vou estar para aqui a escrever-te montes de tempos, que se eu prometi que vou seguir em frente, está prometido. Na verdade, não queria escrever (outra vez) sobre ti, mas não encontrei outro alguém de quem me tivesse afastado, pelo menos agora, tudo parece incrivelmente calmo e sem grandes mudanças, então, restavas tu, o único de quem, inevitavelmente, foi necessário afastar-me. E aqui vamos nós outra vez. Já nem sei bem que hei de te escrever nestas cartas, e queres que comece por onde? Acho que nem vale a pena, a sério, como tu próprio dirias "nós cá sabemos de nós", portanto, não vou contar a nossa história, não vou lembrar mais momentos, frases, palavras, olhares ou qualquer outra coisa que podia lembrar. Vou fechar a página, ou melhor, vou fechar todo um livro, que já tem quase um ano de momentos, e talvez, num dia assim, em que tudo possa ser normal, reescreva uma 2ºedição, desta vez com um final feliz, whatever. Por agora, a carta está no ponto certo, sem revelar demasiado ou de menos, então é assim que vai ficar, marcada, como o fim da nossa história, um romance, eu diria que nos poucos momentos em que durou, um romance feliz. Enfim, o que passou, já passou, e agora, com um futuro pela frente, temos mais é que ser felizes. Então vai, parte, esquece, vive, ama, odeia e volta a amar. Que eu prometo, que num futuro próximo, hei de fazer o mesmo. Até um dia destes. Beijinho. E sê feliz, porque mereces, sabes bem como és "grande". Da tua sereia, com toda a minha força de vontade, para sempre, e é o fim. :')

P.S: Eu bem sei como amas Metallica, então, tinha de deixar um último miminho. Não sei é se a tua miopia dá para veres estas letras, se algum dia vires isto, whatever. xz

Lindo ^^


"Tudo o que lhe viesse à cabeça, acabava por lhe sair da boca e em metade das ocasiões, nem se lembrava do que tinha dito."

terça-feira, 26 de julho de 2011

Mudanças.


Já estava na altura de uma renovação. Uma renovação em todos os sentidos. Neste blogue e na minha vida. Então, é por mãos à obra, aqui já está. falta o resto. Espero conseguir também no resto e espero sobretudo que gostem, ando a precisar de alguma aprovação e alegria. <3

segunda-feira, 25 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Estou viciada, a sério, ;)

1. Vão-te ser perguntadas 100 questões únicas, estás preparado?  Amiguinho, eu nasci preparada.
2. Quando foi a última vez que disseste que estavas bem, mas não estavas? Ontem, mas às vezes, é necessário.
3. Consideras-te sortuda?  Sim, talvez, mas já fui mais.
4. Onde está a pessoa que tem o teu coração? Se bem o conheço, há-de estar num bar qualquer, ali para o lado dos libatos, AHAH
5. Já alguma vez estiveste acordado durante dois dias seguidos? Shim, é tão giro.
6. Estás zangado com alguém neste momento? Zangada não, triste sim.
7. Com quem passaste a maior parte do teu último Verão?  Deixa ver, a Carolina, O Gui, a Patrícia, o Pedro, o Daniel, o Filipe, o Bruno, o Gabriel, por aí.
8. Onde arranjaste a camisola que tens vestida?  É a do pijama, mas foi a minha mãe que comprou. xz
9. Estás feliz?  Podes dizer que, estou bem, vou-me restabelecendo.
10. Acreditas que ex-namorados podem ser amigos?  Sim, claro, se hoje somos amigos.
11. Com quem foi a última pessoa que tiraste uma fotografia?  Com as minhas gajas nas piscinas ;)
12. Onde foi o último lugar que adormeceste, à parte da tua cama? No sofá.
13. O que é que é mais importante numa relação:  A confiança, o respeito, a amizade entre ambos.
14. Estás de bom humor? Sim, por incrível que pareça, eu estou de bom humor :')
15. Achas que fizeste a diferença na vida de alguém? Acho, e espero sinceramente, continuar a fazer.
16. A última pessoa que te mandou mensagem consegue fazer-te sorrir?  E não fosse ela, uma das pessoas mais importantes da minha vida. +.+
17. Existe alguma rapariga/rapaz que tenha feito a diferença na tua vida?  Existem alguns e algumas, todos eles, bastante especiais, mesmo. :)
18. Quando foi a última vez que choraste e porquê?  Acho que foi à alguns dias, porque tenho memórias e coração, e lembrei-me de coisas, enfim, especiais. 
 19. Este último fim de semana, foi bom?  Foi sim. xz
 20. Já alguma vez lambeste a parte de trás de um CD para tentar que funcionasse? Não. Que disparate. :o
21. Costumas andar nu pela casa? Não, gosto de prezar a minha identidade interior, ahah
22. Onde queres viver quando fores mais velho? Não sei ao certo, mas gosto muito da cidade de Évora, uma coisa sei, aqui nesta terra, não é.
23. Andas atrás de alguém? Não se utiliza o termo andar atrás, eu sou rapariga, ta?
24. Quem consegue fazer-te sentir melhor quando estás triste?  Alguns amores, mas se é preciso escolher, o meu Pedro. :')
25. De que cor são os teus olhos?  Castanhos, mas são bonitos. AHAH
26. Quem foi a última pessoa que te abraçou? Eu acho que foi a Cath, isto já é muita cumplicidade. :b
27. Estás a tentar NÃO gostar de alguém, neste momento? Estou a tentar esquecer alguém, não quero dizer com isso que vou deixar de gostar da pessoa, quero preservar a nossa excelente amizade. xz
28. Os teus erros passados fizeram de ti quem és?  Claro que sim, mas acho que isso acontece com todos nós.
29. Odeias abraçar pessoas?  Não, eu gosto de abraçar pessoas, mas é quando quero, quando tenho esse impulso, e não suporto sentir-me apertada. ^^
30. Olhas para fotos tuas quando eras mais pequenas e ris-te?  Sim, era tão fofinha, mesmo linda. *.*
31. O que tens na carteira? Dinheiro, cartões, referência do telemóvel..
32. Quantas pessoas da tua lista de amigos conheces na vida real? Se são amigos, conheço-os, não?
33. Queres mudar de nome? Não, gosto do meu, acho-o bem giro. :')
34. A que horas acordaste hoje?  Era meio-dia e meia. zx
35. Mal podes esperar para..?  Ir às piscinas amanhã, distrair-me com quem merece. :p
36. O que te está a causar nervos, neste momento? Aquele barulho de fundo da televisão.
37. Porque começaste este questionário?  Porque acho que estou viciada, e isto é mesmo giro, ahah
38. Qual o teu nome completo?  Não te interessa nada, oh.
39. Escreve o alfabeto, parando na letra do nome da última pessoa que beijaste: A-B-C-D-E-F-G-H
40. Consideras os teus pais rígidos?  Sim, um pouco, mas acredito que é para o meu próprio bem.
41. Qual foi a última coisa que usaste de cor preta?  O rímel conta? xp
42. Já beijaste alguém cujo nome começasse com a letra J? Shim, com muito amor. :$
43.O que estava a acontecer neste momento, à um ano atrás? Não sei precisar, mas estaria provavelmente a deprimir, por causa de um certo ser que não merece a pena.
44. Qual foi a última coisa que tiveste na boca?  Essa é boa.. O jantar!
45. Sentes-te completo quando estás com a pessoa de quem gostas?  Sinto, sinto sim.
46. Achas que aguentarias uma relação por 3 meses? É melhor que aguente, senão começo a achar que tenho algum problema. :b
47. Se te dissessem que eras um playboy, o que responderias?  Desculpa? ^.-
48. Se a última pessoa com quem trocaste mensagens dissesse que tinha sentimentos por ti, o que dirias?  É a minha melhor amiga, é bom que não o faça.
49.Quem era a primeira pessoa a quem ligarias se precisasses de ajuda?  À minha Cath, zx
50. Choraste recentemente? Sim, mas já passou.
51. Acharias estranho alguém lavar os dentes no banho?  Pois, um pouco.
52. Estarás numa relação daqui a um mês?  Era bom era, mas daqui a um mês, é dia 20 de Agosto, um mau presságio para mim, portanto é melhor prevenir.
53. Tens par para o dia de S. Valentim? Se calhar, falta montes de tempo.
54. Aproximaste-te recentemente de alguém?  Sim, aproximei-me de amigos fantásticos.
55. Já gostaste de alguém mais velho do que tu? Foram todos mais velhos  que eu. x)
56. Qual foi a tua relação mais duradoura?  Durou um mês e meio, e para quem acha pouco, experimentem aturá-lo.
57. A última pessoa que abraçaste, é mais alta que tu? Nãoo, sou maior. Sorry Cath. Muahahahahah
58. Tens saudades de alguém?  Tenho, mas isso passa.
59. De quem é a tua última mensagem? Da Carolinaa. +.+
60. Costumas apaixonar-te por raparigas rodadas?  Não tenho por hábito gostar de raparigas. :o
61. Sentes alguma coisa por alguém? Pois..
62. Gostar de andar de mãos dadas? Gosto, adoro, acho mesmo fofo e calmante. zx
63. Tens alguém do sexo oposto a quem possas contar tudo?  Tenho sim, aliás, tudo só conto a esse mesmo alguém do sexo oposto.
64. Queres estar solteiro?  A cabeça diz que sim, o coração afirma que não.
65. O que estás a ouvir agora?  Músicaa.
66. Gostarias que alguém em especial aparecesse agora mesmo à tua porta? Gostava, mas não me parece que apareça.
67. Onde estavas ontem ao meio-dia?  Em casa, na cama, a dormir.
68. A última pessoa com quem andaste de mãos dadas significa algo para ti?  É o MEU melhor amigo, então, sim.
69. De quem era a última cama onde estiveste?  Era e é minha.
70. Odeias a última rapariga, excepto de familia, com quem conversaste?  Não, claro que não. :o
71. Quem foi a última pessoa que utilizou as tuas roupas? Fui eu, né? ^^
72. Já alguém do sexo oposto disse que te amava? Sim, já, é embaraçoso, pelo menos para mim.
73. O teu telemóvel está a tocar. É a pessoa por quem tiveste a tua maior paixão. O que dizes? Eu nem ia ser capaz de atender, quanto mais.
74. Qual foi a última coisa que bebeste?  Ice Tea de Limão, o meu favorito.
75. Já alguma vez foste convidada para namorar, por alguém que não quisesses?  Sim, um disparate. --'
76. Arrependeste de algo que tenhas feito no dia antes de ontem? Não, acho que não.
77. Está alguém no teu pensamento, agora mesmo? Está sim. :$
78. Estás a ouvir música, neste momento? Sim, "3 Doors Down - Here without you"
79. O que pensas do teu último beijo? Vou ser sincera, não me lembro muito bem, mas deve ter sido bom. AHAHAH
80. Já partiste o coração a alguém? Já, infelizmente, mas não tenho culpa. :/
81. Quando vais dar o teu próximo beijo?  E eu sei? Pergunta a quem me for beijar.. :b
82. O teu último beijo ocorreu numa cama? Não.
83. Há alguém com quem gostasses de ter um relacionamento?  Há, mas isso interessa?
84. És fumador? Não.
85. Ficarias surpreendido se o teu último namorado te telefonasse ou mandasse mensagem esta noite? Se fosse o último último, ficava um bocadito. :p
86. Dormiste sozinha na noite passada?  Sim.
87. Comerias um insecto por 1milhão de euros?  Era preciso ponderar, talvez.
88. Quando foi a última vez que riste a sério?  Ontem. *.*
89. Existe alguém que não te importavas de beijar, agora mesmo? Sim, existe.
90. Consideras o acto de fumar desagradável?  Um pouco, sim.
91. A última pessoa que beijaste vem contra ti na escola. O que fazes?  Só lá volto em Setembro, mas dava-lhe logo uma, conheçendo-o como o conheço. ia fazer de propósito.
92. Cometeste um erro, na semana passada?  Acho que não.
93. Viverias o dia de ontem para sempre?  Não, o de ontem não.
94. Tens alguma garrafa de alcóol aberta e escondida em algum local no teu quarto?  Não. Óbvio que não. :o
95. Relembra as férias do verão.. estavas numa relação? Estive, no fim das férias, sim.
96. O que estás a ouvir neste preciso momento? "Metallica - Nothing else matters" - LINDO, FANTÁSTICO, PERFEITO.
97. Já alguma vez mandaste uma mensagem à pessoa errada?  Já, logo a quem perguntastes, sou mestre nisso.
98. Preferias ficar acordada durante 3 dias ou dormir durante 3 dias?  Ficar acordada, devia ser brutal. +.+
99. O que diz a tua 10ª mensagem recebida? “Só digo, não consideres isso um defeito ou desvantagem, de longeee. ;) mas eu estava a falar a sério. :) e já não implico mais. Ahaha  so mais uma perguntinha antes de ir dormir, (...) ?"
100. Já alguma vez tiveste uma discussão realmente séria com a tua melhor amiga? Já, e estivemos três meses de costas voltadas, mas já passou. :')