Não, eu não acredito mesmo nisto. Isto só a mim. Um ano depois, e pumba, no meio de um raio de uma festa e no raio de um fogo-de-artificio, "boa-noite" e dois beijos. É que não podia ser mais imprevisível, tinhas mesmo de ser um parvo, não tinhas? Tu ali, a dar-me dois beijos, e eu a lembrar do ano passado, quando nos perdemos no mesmo sítio, e com uma vontade enorme de rir. Tu tens com cada uma, e ainda dizem que sou maluca. E ainda há lata para me mandares uma mensagem. Opah, a sério, que vergonha. Se alguma vez me fizeres outra igual, juro que vais ter um grande problema! Mas sim, não minto, foi uma sensação incrível, já não me lembrava bem como era, como eras. Mas por favor, devo ter ficado tão pálida. Juro que me revolto contigo, meu grandessissimo idiota. O pior é que gosto muitoo de ti, né? E pronto.

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