Lembrara-se de meras palavras que agora, vistas de um ângulo menos profundo e menos apaixonado, de nada valeram. O seu valor até podia ser grande, mas não grande o suficiente para conseguir manter de pé o amor frágil e sem alicerces que se tinha criado.
"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."
segunda-feira, 14 de março de 2011
sábado, 12 de março de 2011
Coisas simples para uns, complexas para outros.
I'm so confuse, o irrealismo disto tudo, deixa-me assim, e quando mais falo sobre o que ou não fazer, mas a minha cabeça se confunde e baralha num conjunto de emoções, sentimentos e recordações que ditam os prós e os contras de cada um dos lados, sem chegar a resultado algum. Será o problema meu? Serei eu que sou diferente? Cada vez é me mais dificil acreditar que o defeito seja só meu, afinal a complexidade acaba por englobar um todo, um todo que faz um conjunto.
sábado, 5 de março de 2011
Sweet things
"O amor é indescritível, ilimitável, irrefreável. Não é só um sentimento, mas também toda a acção que me envolve, todas as mudanças físicas e psicológicas que me rodeiam. É sentir-me completa por alguns segundos, e totalmente vazia segundos depois, ser alguém, pouco depois não saber quem sou, se sou. É esperar sempre, esperar uma carta, uma mensagem, um telefonema, um carinho, um abraço, um beijo, uma presença. Nenhum outro sentimento chega perto de mim, senão o sentimento dele, e nenhum outro sentimento importa, pois o que tenho no peito está explodindo, mesmo sem eu perceber."
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
What else?
É sempre aquela sensação que falta algo, aquela sensação que temos tudo o que podemos desejar, mas que desejamos tudo o que não temos, tudo o que não temos e que nos fez seguir e levantar a cabeça, mas que no final continua a ser sempre, o nosso grande e irremediável desejo. E há-de ser sempre o nós num passado recente que continua na presença insistente do futuro.
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