E é num segundo. Num segundo que esqueço todas as coisas que disse sem pensar. Num segundo que deixo de acreditar que foi realmente o fim. Num segundo que volto a ser tua de novo, depois de algumas palavras fofas. Num segundo que desculpo todas as indiferenças e o não ter a importância que devia. Num segundo que volto a ser feliz, e a sorrir. Tu podes dar cabo de mim, é verdade, mas eu gosto de ti, assim. Porque é num segundo, que me fazes esquecer todos os problemas do mundo e sorrir que nem uma tola para ti, sempre para ti.
"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."
domingo, 18 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
E andamos nisto.
E andamos nisto. Andamos nisto há muito tempo, acho que se quisesse sabia precisar o dia exacto, mas acho que até já isso perdeu a força. Para que lembrar-me? Para perceber outra vez, que estamos metidos numa máquina de eterna indecisão? Que não sabemos lidar com isto, seja lá o que isto for, da forma que era suposto? Já devíamos saber o caminho a seguir, já devíamos ter dito as palavras não e adeus, vezes sem conta, mas não as dizemos, eu, porque fico à espera que sejas tu a usá-las e ainda tenho esperança que não existam no teu dicionário, tu, porque com esse teu coração, por muito que as queiras dizer, não consegues expressá-lo. E estamos nisto, há muito tempo, e pelos prognósticos que vou tendo e pelas pontinhas de felicidade que vão aparecendo, acho que vamos ficar nisto, que não sabemos bem o que é, durante muito tempo. E seremos sempre nós os dois, eu e tu, de mãos dadas com a eterna indecisão, de mãos dadas com a falta de decisão, de mãos dadas com os corações desligados do resto. E seremos sempre nós dois, à espera que alguém nos diga que é um não, um adeus, mas que não tenhamos de ser nós a dizê-lo, porque na verdade, acho que fazemos falta um ou outro, mesmo que não seja para nada de mais, é para vermos os passos que cada um de nós dá, é para percebermos o quanto crescemos. E andamos nisto, há um ano e tal, e ambos sabemos que vamos ficar assim, até descobrirmos o verdadeiro amor das nossas vidas, que vai deixar de lado a eterna indecisão e dar lugar à nossa eterna felicidade, em pólos opostos, separados, mas sempre ligados por um passado bonito, e por mãos dadas de várias formas. E andamos nisto.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Vamos a isso?
Está na altura de nascer de novo. De voltar a tentar. De por os problemas para trás das costas. De me colocar acima de qualquer outra pessoa e não o contrário. De procurar a minha felicidade. De não perder o que quero, por os outros. De seguir em frente, e tentar, mesmo que não resulte. De buscar dentro de mim, as respostas para as questões complicadas que tenho pela frente. Está na altura de viver, e de acabar a sorrir, como sempre mereci.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
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