"Amo a liberdade, por isso as coisas que amo deixo-as livres. Se voltarem é porque as conquistei, se não voltarem é porque nunca as tive ."

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Histórias de vida - Parte V (Fim)

Era outro dia. E como esses, mais alguns iam passando enquanto permaneciam juntos, no coração e na cabeça. Era outro dia, igual a todos os outros em que ia para a escola, porque já era altura da mesma, com um sorriso na cara, a desejar ansiosamente que fosse o primeiro intervalo e poder tê-lo junto a si, abraça-lo, sentir que era dele e que ele era dela, sentir que eram só, ele e ela, ela e ele e um lugar à volta, onde ninguém se compreendia como ali, onde não havia tanto amor e brilho no olhar como ali. Era outro dia, uma sexta-feira, mas, quando o sentiu nos seus braços, notou uma estranha diferença entre eles, estavam ali, os dois, com meia-dúzia de pessoas à volta, mas a cabeça dele, estava longe de estar ali. Pensou que era da sua cabeça, seguiu em frente e não pensou que pudesse perdê-lo ou mudar alguma coisa, afinal, ainda era o seu primeiro amor, e ainda estava cheia de ingenuidade e a transbordar a inocência e o sorriso puro do primeiro amor, que achou ir durar para sempre. Foram juntos despedir-se, afinal, era sexta-feira, e o horário, não coincidia em nada e ela, mais do que ele, agora sabia, queria aproveitar os últimos minutos com ele antes do fim-de-semana, deram um beijo, separaram-se, com uma última troca de olhares, um último sorriso. E, mesmo sem a mesma saber, tinha sido mesmo um último olhar, um último sorriso, um último beijo. E tinha sido o fim de uma bonita e pequena história de amor. Afinal, era outro dia.
(Metade fictícia, metade real)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Doce amargo.

"O doce sabor de um passado pode se tornar um amargo sabor no presente."


"Se tivermos escolha, preferimos o que é mais doce ao que é mais amargo?"

domingo, 4 de setembro de 2011

Há com cada uma!


Não, eu não acredito mesmo nisto. Isto só a mim. Um ano depois, e pumba, no meio de um raio de uma festa e no raio de um fogo-de-artificio, "boa-noite" e dois beijos. É que não podia ser mais imprevisível, tinhas mesmo de ser um parvo, não tinhas? Tu ali, a dar-me dois beijos, e eu a lembrar do ano passado, quando nos perdemos no mesmo sítio, e com uma vontade enorme de rir. Tu tens com cada uma, e ainda dizem que sou maluca. E ainda há lata para me mandares uma mensagem. Opah, a sério, que vergonha. Se alguma vez me fizeres outra igual, juro que vais ter um grande problema! Mas sim, não minto, foi uma sensação incrível, já não me lembrava bem como era, como eras. Mas por favor, devo ter ficado tão pálida. Juro que me revolto contigo, meu grandessissimo idiota. O pior é que gosto muitoo de ti, né? E pronto.